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Gleisi defende fortalecimento dos sistemas de alerta, monitoramento e socorro diante de eventos climáticos extremos

Candidata ao Senado defende mais investimentos para a Defesa Civil, resposta imediata à população e fortalecimento da integração entre União, Estado e municípios

Da Assessoria

A candidata ao Senado Gleisi Hoffmann defendeu, em entrevista à rádio CBN Curitiba na manhã desta segunda-feira (31), mais investimentos e integração como forma de ampliar a capacidade de antecipação e resposta diante de eventos climáticos extremos. Gleisi reforçou que é preciso fortalecer a Defesa Civil e os sistemas de alerta, monitoramento e socorro, com atendimento imediato à população atingida e atuação integrada entre governo federal, Estado e municípios.

“Precisamos fortalecer os sistemas de alerta, de monitoramento e de socorro, inclusive do ponto de vista dos orçamentos”, defendeu. Para a candidata, a integração da Defesa Civil entre as diferentes esferas avançou, mas é preciso ampliar a estrutura de socorro e assegurar recursos para fortalecer a capacidade de resposta nos municípios.

A manifestação ocorre após episódios de granizo e vendavais atingirem diferentes regiões do Paraná no fim de semana. Segundo balanço divulgado pela Defesa Civil nesta segunda-feira, 722 residências foram danificadas e 2.210 pessoas afetadas em dez municípios. Pinhão, no Centro-Sul, e Marmeleiro, no Sudoeste, concentraram os maiores danos provocados pelo granizo.

Gleisi também mencionou Marquinho, no Centro-Sul, que teve situação de emergência reconhecida pelo governo federal após os danos causados pelo granizo registrado entre julho e agosto. A decisão permite ao município solicitar ao Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional recursos para ações de Defesa Civil.

Além de reforçar a capacidade de resposta aos desastres, Gleisi defendeu medidas para reduzir os efeitos das mudanças climáticas. Para a candidata, o enfrentamento da crise climática exige ações que incluem redução da emissão de gases e combate ao desmatamento e às queimadas.

“A gente precisa cuidar de um sistema complexo, que vai desde a emissão de gases até evitar o desmatamento e as queimadas. É um processo em que vamos ter que nos reconciliar com a natureza para que possamos ter mais equilíbrio. Ela vai cobrar o preço se nós não cuidarmos”, concluiu.

Foto: Divulgação

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