Homem de 27 anos foi preso em flagrante no bairro Vila Rosa após investigação motivada por denúncias sobre a venda de entorpecentes; crack e anotações relacionadas ao tráfico foram apreendidos.

Da Redação
A Polícia Civil do Paraná (PCPR), por meio da equipe de investigação da 12ª Subdivisão Policial (SDP) de Jacarezinho, prendeu em flagrante, no final da tarde desta segunda-feira (17), um homem de 27 anos, conhecido pelo apelido de “Higão”, suspeito de envolvimento com o tráfico de drogas. A prisão ocorreu no bairro Vila Rosa, após um período de monitoramento realizado pelos policiais.
Segundo a PCPR, a investigação começou após o recebimento de sucessivas denúncias anônimas apontando que, depois da prisão de outro indivíduo conhecido como “Bananinha”, o ponto de comercialização de drogas no bairro Pedreira teria passado a ser comandado pelo suspeito.
Ainda conforme a polícia, “Higão” é egresso do sistema penitenciário e teria sido apontado nas investigações como integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC). As informações recebidas indicavam que ele estaria realizando a distribuição e entrega de entorpecentes diretamente a usuários.
Com base nas informações levantadas, os investigadores passaram a realizar monitoramento discreto. Durante a ação, os policiais observaram o suspeito se deslocando pelo bairro Vila Rosa, supostamente para realizar uma entrega de drogas.
A equipe realizou a abordagem e, durante a busca pessoal, encontrou três porções de crack embaladas e prontas para a comercialização.
As diligências prosseguiram e, de acordo com a PCPR, também foram localizadas outras porções de drogas na residência do suspeito, além de uma quantia em dinheiro e um caderno com anotações que, segundo os investigadores, estaria relacionado à comercialização de entorpecentes.
Após a abordagem, o homem foi encaminhado ao pronto-socorro para a realização do exame de integridade física. Na sequência, foi levado à 12ª SDP de Jacarezinho, onde foi autuado em flagrante pelo crime de tráfico de drogas, previsto no artigo 33 da Lei nº 11.343/2006.
O suspeito permanece preso e à disposição do Poder Judiciário.



