Bandeirantes

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Enfrentando a violência contra a mulher

Promotoria de Justiça de Bandeirantes realiza rodas de conversa com mais de 600 alunos sobre o enfrentamento à violência contra a mulher

Imprensa MPPR

Mais de 600 alunos do Ensino Fundamental e do programa de Educação de Jovens e Adultos de escolas públicas de Bandeirantes e de Santa Amélia participaram de diversas atividades realizadas pela Promotoria de Justiça de Bandeirantes alusivas ao Dia Internacional de Combate à Violência contra a Mulher (25 de novembro). Neste ano, a semana de ativismo aconteceu entre os dias 7 e 11 de novembro para garantir o engajamento da sociedade antes do início dos jogos da Copa do Mundo.

De acordo com a promotora de Justiça Juliana Vassallo Costa, uma das iniciativas realizadas foram as rodas de conversa, em que os estudantes tiveram a oportunidade de debater o tema e esclarecer dúvidas.

Para que os alunos pudessem participar de forma mais ativa das discussões, representantes do MPPR realizaram reunião com as equipes pedagógicas, fornecendo material a ser trabalhado em sala de aula nas semanas anteriores ao evento.

A ação também contemplou a comunidade terapêutica masculina São Pio de Pietrelcina, em Bandeirantes, em que os participantes debateram o tema “masculinidades e violência contra a mulher”.
Ainda durante a semana da campanha, a Promotoria de Justiça realizou palestra para estudantes da Unopar, e a cor laranja, que representa a data, tomou conta de prédios públicos, estabelecimentos comerciais e escolas dos dois municípios que integram a comarca, como demonstração de apoio à iniciativa. Além disso, materiais informativos sobre os serviços de proteção à mulher foram distribuídos para a população.

Projeto Acolhida
Essas ações de enfrentamento à violência contra a mulher realizadas nos municípios da comarca de Bandeirantes integram o Projeto Acolhida, desenvolvido pela Promotoria de Justiça de Bandeirantes em parceria com o Poder Judiciário e com a colaboração dos demais órgãos da rede de proteção e do sistema de justiça, OAB, Prefeitura, Câmara de Vereadores, escolas e diversas entidades e representantes da sociedade civil.
Entre as iniciativas, destaca-se a educação popular em direitos para formação de agentes multiplicadoras no processo de acolhimento, orientação e fortalecimento de mulheres em situação de violência.

“São mulheres de referência e de influência, indicadas pelos integrantes do projeto, que costumam ser procuradas pelas vítimas de violência, nos mais diversos segmentos sociais, com um pedido de ajuda e de orientação, por enfrentarem dificuldades no acesso formal à Justiça e aos meios de proteção, seja por não conhecerem seus direitos e os serviços existentes, seja por não se sentirem fortalecidas em romper o ciclo de violência do qual fazem parte”, explica Juliana Vassallo Costa.

Interessados em participar do projeto podem se inscrever no site do Projeto Acolhida.

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