Energia

Investimentos da Copel melhoram rede no Norte Pioneiro

São construídas subestações em Joaquim Távora e Salto do Itararé, que vão beneficiar praticamente toda a região 

Da Redação / AEN 

Copel reforça rede elétrica na região com duas novas subestações 

Mais energia disponível e cada vez menos interrupções no fornecimento. É o que a Copel mira com os empreendimentos em andamento da região do Norte Pioneiro paranaense, onde são construídas subestações em Joaquim Távora e Salto do Itararé.

As novas subestações beneficiarão diretamente quase 10 mil unidades consumidoras nos dois municípios citados e também em Santana do Itararé. Além disso, as obras terão interligação regional, proporcionando maior flexibilidade de operação no fornecimento aos municípios de Abatiá, Siqueira Campos, Carlópolis e Santo Antônio da Platina.

Em Salto do Itararé a conclusão é prevista para julho. No município de Joaquim Távora a obra será entregue no final de 2021. Nesta semana houve a conclusão da subestação de Santa Amélia, município da micro região vizinha.

A subestação de Salto do Itararé vai operar em 34,5 mil volts. Já a nova unidade de Joaquim Távora vem reforçar o sistema de alta tensão da região, em 138 mil volts. 

PARANÁ TRIFÁSICO

Outra frente de trabalho da Copel está na melhoria das redes elétricas rurais, através do Programa Paraná Trifásico. Para esta área, já foram destinados R$ 13 milhões para a construção de 82 quilômetros de linhas renovadas pelo programa no Norte Pioneiro, que levou obras aos municípios de Carlópolis, Guapirama, Ibaiti, Japira, Joaquim Távora, Santana do Itararé, Santo Antônio da Platina, Siqueira Campos e Wenceslau Braz. 

USINA DE FIGUEIRA

Ainda entre os investimentos da Copel na região do Norte Pioneiro, a empresa concluirá este ano a modernização da usina termelétrica de Figueira, que opera no município desde 1963. A última etapa do projeto iniciou em fevereiro, com prazo de seis meses para execução, orçamento estimado em R$ 37,3 milhões e a geração de 150 postos de trabalho.

A Usina Figueira passou por uma reforma completa e teve as duas caldeiras antigas substituídas por uma nova, mais moderna e eficiente, que vai garantir um desempenho melhor na geração de energia, com redução considerável na emissão de gases e partículas resultantes da queima do carvão. Com isso, a usina terá a capacidade de geração ampliada de 10,3 megawatts médios para 17,7 megawatts médios após a modernização, sem a necessidade de aumentar o volume de carvão consumido. 

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