Paraná Política

Richa prioriza reformas e investimentos para o Paraná

Ex-governador tem pronto o seu plano de ação para o Senado Federal

Da Assessoria


 Crédito: Maurílio Cheli.

“Um gestor que não zela pela correta aplicação dos recursos públicos, não deixa o Estado na situação que eu deixei”. Com esta frase, o ex-governador e candidato ao Senado Beto Richa resume sua passagem de sete anos e três meses no governo do Paraná.

Crédito: Maurílio Cheli.

Richa herdou em 2011, conforme atestam relatórios do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), uma dívida de R$ 4,5 bilhões. Durante suas duas gestões fez 22 mil obras nos 399 municípios paranaenses, saneou as finanças do Estado, colocou as contas em dia e deixou o governo em 6 de abril de 2018 com R$ 6,7 bilhões em caixa. Por onde vai, Richa carrega o extrato do Banco do Brasil que comprova a boa situação econômica do Paraná.

Crédito: Maurílio Cheli.

Agora, em campanha para conquistar uma das cadeiras do Paraná no Senado Federal, Beto Richa defende a pronta análise e a aprovação das reformas necessárias para mudar a realidade brasileira. “As reformas da Previdência, Tributária e Política são urgentes. A reforma da Previdência deve preservar direitos já garantidos aos trabalhadores e se concentrar no combate a privilégios. Para a reforma Tributária, o ideal para simplificar a vida dos contribuintes e dar mais transparência ao sistema tributário nacional, seria a implantação do imposto único. A reforma Política é um assunto delicado. Ocorre que não podemos mais conviver com tantos partidos”, defende Richa.

Crédito: Maurílio Cheli.

A construção de uma parceria com todos os municípios, sem qualquer distinção, nos anos em que esteve à frente do governo estadual, e a experiência como prefeito de Curitiba, fizeram de Beto Richa um gestor municipalista. Esse aprendizado e a sensibilidade às causas das cidades irão influenciar o trabalho de Richa no Senado. “É indispensável uma profunda revisão do Pacto Federativo, em que seja fortalecida, de maneira prioritária, a condição dos municípios, que vivem sob a dependência de recursos que nunca chegam do poder central e não conseguem atender suas necessidades. As pessoas vivem nas cidades e às cidades deve ser dada a condição de atender bem as pessoas. A divisão das riquezas arrecadadas é equivocada, concentrada no governo federal, enquanto Estados e municípios apenas sobrevivem”, aponta Richa.

Crédito: Maurílio Cheli.

Além das reformas, Richa pretende destravar os investimentos federais no Estado. “O Paraná está há muitos anos fora da agenda de investimentos federais na área de infraestrutura. Tenho como prioridade lutar no Senado para que obras importantes para o nosso Estado saiam do papel, como são os casos da construção do Contorno Norte de Curitiba (BR-476); a recuperação e ampliação da Avenida Ayrton Senna, que dá acesso ao Porto de Paranaguá; a implantação do trecho entre Porto Camargo e Cruzeiro do Oeste, da Estrada Boiadeira (BR-487); a construção (entre Alto do Amparo e Imbituva) e ampliação (entre Imbituva e a divisa com Santa Catarina) da Transbrasiliana (BR-153); a construção da segunda ponte entre o Brasil e o Paraguai, em Foz do Iguaçu, a construção da nova pista do Aeroporto Afonso Pena; a ampliação da capacidade da BR-163, entre Lindoeste e Barracão, no Sudoeste; a implantação de um complexo de viadutos para destravar o trânsito do Trevo Cataratas, em Cascavel; a construção do trecho entre Campo Mourão e Palmital, da BR-158, e ampliação da capacidade da mesma rodovia, entre Palmital e Laranjeiras do Sul; a duplicação da BR-476, entre Lapa e São Mateus do Sul, e melhorias no trecho entre Adrianópolis e Curitiba; também é preciso que sejam retomadas as discussões sobre a reabertura da Estrada do Colono, sob o ponto de vista de um projeto que leve em conta todos os cuidados com o meio ambiente”, listou Richa. “E estes são só alguns exemplos”, finalizou Richa.

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