Santo Antônio da Platina

Reforma do PS entra na fase final, mas não tem previsão de reinauguração

Orçada em R$ 1,5 milhão, obra teve início no 2º semestre de 2018, mas reinauguração não deve acontecer neste ano

Pronto Socorro está com cerca de 70% das obras concluídas, mas só deve funcionar em 2020
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CRÉDITO: Antônio de Picolli

Da Redação


A reinauguração do Pronto Socorro Municipal de Santo Antônio da Platina ainda não tem data prevista para acontecer. Embora a secretaria municipal de Saúde garanta que as obras estejam dentro do cronograma e indo para a fase final, a reabertura da unidade não deve acontecer em 2019.

Com um orçamento de R$ 1,5 milhão, a prefeitura prevê a reforma, reestruturação e ampliação de aproximadamente 1,2 mil metros quadrados. As obras tiveram início no segundo semestre de 2018.
“Hoje eu acredito que estejamos com 70% das obras concluídas, mas falar em uma data para voltar a funcionar é difícil porque não envolve só esta parte, mas a entrega de equipamentos e outras questões que podem causar alguma demora, mas o importante é que o cronograma está dentro do previsto e logo a população vai ter toda esta nova estrutura à disposição”, revela a secretária de Saúde do município, Gislaine Galvão.

Com as obras, o atendimento do Pronto Socorro ocorre de forma temporária no antigo espaço onde funcionava o Instituto do Rim, aos fundos do Hospital Nossa Senhora da Saúde. Apesar disso, a secretária de Saúde garante que não existe nenhum prejuízo nos serviços prestados à população. “Nós enfrentamos alguns problemas com o atendimento há algum tempo, mas tivemos uma reunião com a equipe, desde médicos até atendentes, fizemos algumas mudanças que eram necessárias e, depois disso, o número de reclamações caiu para praticamente zero, seja pelo número 156 ou pelos outros canais onde as pessoas podem falar conosco”, assinala a secretária.

CASOS DE VIROSE
A secretária também aproveitou para desmentir boatos de que o município estaria tendo um surto de virose. De acordo com Gislaine Galvão, existe um número considerável de pacientes com este diagnóstico, mas não chega a caracterizar surto. “Temos uns cinco casos entre UBS e Pronto Socorro e alguns particulares, mas nada que possa ser classificado como surto”, explica.

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