Paraná Policial

Quatro cidades da região são alvos de operação contra o crime organizado

PM cumpriu mandados em Santo Antônio da Platina, Itambaracá, Bandeirantes e Andirá

Da Redação com AEN 


Durante a operação foram apreendidos R$ 14,4 mil em dinheiro
CRÉDITO: Divulgação – PM

Os municípios de Santo Antônio da Platina, Itambaracá, Bandeirantes e Andirá no Norte Pioneiro paranaense foram alvo nesta quinta-feira (13) das operações Atroz e Irmandade, deflagradas pela Polícia Militar contra uma quadrilha que agia no Paraná e em São Paulo.

A PM cumpriu 21 mandados de prisão e 59 de busca e apreensão contra um grupo criminoso que atuava no Paraná e tinha integrantes em São Paulo, Mato Grosso e Maranhão. 

O Poder Judiciário expediu 51 mandados de prisão e 59 de busca e apreensão contra pessoas ligadas a crimes como tráfico de drogas, roubos e homicídios. Além dos municípios do Norte Pioneiro, os trabalhos ocorreram em Londrina, Cambé, Jaguapitã, Apucarana, Rolândia, Faxinal, Borrazópolis, Sertanópolis, Piraquara, e em Rondonópolis (MT), São Paulo (SP) e Lagoa da Pedra (MA).

As operações Atroz e Irmandade possuem alvos em comum de pessoas envolvidas com o crime organizado, por isso a união de esforços para abordar e encaminhar os envolvidos. Foram cumpridos 21 mandados de prisão durante as abordagens (um deles em São Paulo, um dos alvos mais importantes do grupo), 17 estão foragidos ou possuem localização incerta, e 14 aguardam cumprimento em unidades prisionais nos próximos dias. Já dos 59 mandados de busca e apreensão, todos foram cumpridos nesta quinta-feira (13).

Durante as abordagens e verificações nas casas dos suspeitos, os policiais militares apreenderam uma pistola, de calibre .380, 40 munições do mesmo calibre, 975 gramas de maconha, três veículos, dois notebooks e quatro pendrives. Ao todo, foram apreendidos ainda R$ 14,4 mil em dinheiro.

De acordo com o subcomandante do 2º CRPM, tenente-coronel Antônio Carlos Campos Junior, as investigações já duravam um ano. “Tivemos muito trabalho ao longo desse período e hoje contamos com uma forte integração para obter esses resultados”, disse.

Para fazer os cumprimentos judiciais, a 4ª Companhia Independente de Polícia Militar (4ª CIPM) contou com mais de 200 profissionais de segurança pública de várias unidades da PM e do Departamento Penitenciário do Paraná (Depen).

Segundo o comandante da Companhia, major Marcos Antônio Tordoro, a avaliação é muito positiva, pois as prisões são frutos do setor de inteligência da unidade.

“O foco era o combate às organizações criminosas, em Londrina e fora do Paraná. Tivemos muitas prisões que causaram a desarticulação das ações em Londrina, fruto de um trabalho árduo. Praticavam tráfico de drogas, roubo e até homicídios. Parabenizo a todos os policiais militares que atuaram nos trabalhos, pois tiveram afinco e dedicação”, disse.

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