Wenceslau Braz

PR-151 volta a ser alvo de reclamação de motoristas

Rodovia tem asfalto deteriorado em diversos pontos e novamente é motivo críticas

Buracos fazem parte da rotina de quem trafega pela rodovia
CRÉDITO: LUCAS ALEIXO

Da Redação 


As péssimas condições de tráfego na PR-151, no trecho entre Wenceslau Braz e Santana do Itararé, voltam a gerar reclamações entre motoristas, moradores de ambos os municípios e usuários da rodovia em geral. São muitos buracos e sinalização precária em alguns pontos, agravados pela falta de acostamento e diversas curvas sinuosas.  

No trecho de aproximadamente 35 quilômetros entre as duas cidades (a maior parte é sendo feita pela PR-151, enquanto outra parte pela PR-422), não há ainda terceiras pistas. O trevo que dá acesso a São José da Boa Vista pela PR-422 não apresenta segurança nenhuma e já foi o palco de vários acidentes, inclusive com mortes. 

Para o aposentado Fernando Antônio de Oliveira, dono de um sítio às margens da rodovia no trecho, o problema seria facilmente resolvido se houvesse boa vontade do governo. “Faz 30 anos que tenho o sítio aqui e foram poucas as vezes que fizeram recape. Vez ou outra fazem um tapa buraco, mas a última vez que fizeram não resolveu praticamente nada. Hoje a estrada está igual ou pior estava há 30 anos, mas deve ter pelo menos o triplo do movimento, então não tem como manter. Se o governo fizesse uma obra bem feita uma vez, com certeza seria mais fácil manter a estrada em boas condições”, critica. 

O produtor de leite Cézar Augusto dos Santos, também proprietário de um sítio com acesso pela PR-151, é mais um a reclamar das condições da rodovia. “O problema é que essa estrada é ruim faz muitos anos. Entra governo, sai governo, não muda nada. Isso aqui foi asfaltado na década de 70, e do jeito que fizeram está até hoje. Uma vez por ano vem um caminhão do DER pra tampar meia dúzia de buraco e pára nisso. Não é que a estrada esteja intransitável, mas está ruim faz muitos anos e é disso que a gente reclama”. 

A reportagem fez contato com o Departamento de Estradas de Rodagem (DE) para saber se existe uma previsão de novas ações no trecho citado, porém não houve resposta até o fechamento desta edição. 

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