Política

POLITICOS PROFISSIONAIS

Fernando Silva


Observem os currículos dos nossos políticos. Sua grande maioria são “profissionais”, vivem disso. Obtém renda de seus mandatos, verbas de gabinete, parte dos salários de seus assessores, alguns casos de corrupção, dentre outros, as custas do povo eternamente.

Nunca produziram nada, nunca foram empresários, nunca tiveram problemas financeiros, nem passaram por qualquer problema que nós, pobres mortais, passamos diariamente.

Analisem nossos últimos presidentes. Com exceção de Temmer, que era escritor e advogado, os demais nunca produziram uma agulha. Todos produziram menos que qualquer um de nós. A pergunta que fica é: O que essas pessoas produziriam a nação?

Percebemos que quando alguém de outro setor, empresários por exemplo, com novas ideias, e sem ligação com os eternos detentores de cargos públicos, ingressam na política, logo são dispensados, expulsos e expurgados do sistema político.

Os profissionais não querem que o povo entenda, com a entrada de pessoas realmente comprometidas com o futuro do Brasil possa demonstrar, quão incompetentes os eternos políticos são.

O corporativismo, com poucas exceções, predomina na política brasileira. Vemos poucas pessoas realmente competentes ingressando na administração pública. Percebe-se que quando os bem-intencionados se destacam os demais políticos tentam, de todas as formas, denegri-los para que a população mantenha a hegemonia para os profissionais.

O povo, infelizmente, se apaixona pelos que nunca fizeram nada, sequer a eles!

Analisem friamente a lista de políticos, também dessas eleições. Poucos municípios têm candidatos realmente preparados para a carreira pública. Com competência para fazer algo a população. Em sua grande maioria os candidatos a cargo público não fizeram bem a si mesmo ou a sua família, o que dirá para o restante da população.

Infelizmente, se não passarmos a escolher pessoas realmente preparadas para ocupar cargos públicos, sejam eles em qualquer esfera da administração publica, estaremos fadados a permanecer nas mãos dos “políticos profissionais”, sendo que o resultado da atuação dos mesmos já conhecemos bem.

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