Ribeirão do Pinhal

Plano de atração de investimentos é apresentado em Ribeirão do Pinhal

Assessoria de Comunicação


Representantes da Agência Paraná de Desenvolvimento (APD) fizeram uma visita a Ribeirão do Pinhal na tarde desta quarta-feira (10) para apresentar a possibilidade de trazer ao município o Plano Municipal de Atração de Investimentos (PMAI).  Esse plano tem o objetivo de analisar os pontos fortes e fracos e assim colaborar com a gestão municipal e entidades do setor na busca do desenvolvimento do município.

Reunidos no plenário da Câmara o corpo técnico dos servidores da administração municipal, representantes da Emater, da Associação de Produtores Rurais e da sociedade em geral com os representantes da APD debateram sobre as potencialidades de Ribeirão do Pinhal e o direcionamento que poderia ser mais viável.

“É um grande desafio, mas precisamos tentar novas oportunidades que gerem empregos, que é a maior necessidade da nossa população no momento”, afirmou o chefe de gabinete Eneucino Iel. 

O gerente técnico em desenvolvimento econômico e empresarial da APD, Jean Carlos Alberini, explicou que a missão da agência é promover o desenvolvimento econômico e social do Estado, seja por meio da atração de investimentos e de novas empresas à região, como também o apoio aos municípios e empresários.

Explanou também que o intuito do PMAI é de orientar os municípios do estado na construção de uma estratégia de promoção de investimentos. Com diversas fases, o Programa auxilia na melhoria do ambiente de negócios de cada município e na sua gestão, tornando-os mais atrativos e eficientes.

“O plano vai traçar estratégias com base em indicadores reais e ações concretas para promover o planejamento a curto, médio e longo prazos para descobrir a nova vocação do município”,  

O engenheiro agrônomo da Emater, Paulo Cesar Dal Picollo, falou sobre as potencialidades agroindustriais. “Nossa região tem grande potencial agrícola, mas seria interessante descobrir um segmento que possa trazer resultados relevantes.

Talvez incentivar produção de eucaliptos ou instalar um abatedouro, seriam opções pertinentes”, destacou Dal Picollo. Foram levantadas também opções de investimentos no turismo e na valorização dos pequenos empreendedores locais. 

Alberini ressaltou que com a decadência do ciclo do café muitos municípios ficaram perdidos. “Redescobrir a vocação do município é importante para superar os efeitos de uma geração que está perdida com o fim de um ciclo, como o caso do café”, finalizou. 

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