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Paraná tem 14 casos de febre amarela; criança que mora em Paranaguá tem confirmação da doença

De acordo com a Secretaria da Saúde, 85 ocorrências suspeitas de febre amarela continuam sendo investigadas, enquanto 202 foram descartadas.

Febre amarela é transmitida pela picada de mosquitos infectados com o vírus — Foto: Pixabay/Divulgação

Por G1 PR — Curitiba


O Paraná tem 14 casos de febre amarela, de acordo com a Secretaria da Saúde (Sesa). O caso que foi confirmado mais recente é de uma criança que mora em Paranaguá, no litoral, e contraiu a doença na cidade.

O boletim epidemiológico semanal foi divulgado pelo governo estadual na quinta-feira (4). Até a semana anterior, eram 13 casos confirmados da doença. Os dados começaram a ser contabilizados em julho do ano passado.

Conforme o o boletim, 85 ocorrências continuam sendo investigadas, enquanto 202 foram descartadas. Uma pessoa que vivia em Morretes, também no litoral, morreu de febre amarela, em março.

A Prefeitura de Paranaguá informou que a criança, com febre amarela, é uma menina de 11 anos. Ela fez o exame em 29 de janeiro, porém, a confirmação da doença ocorreu agora porque, segundo a administração municipal, faltavam elementos para fechar o diagnóstico.

A menina já foi tratada e passa bem, ainda de acordo com prefeitura. Ela é moradora de uma região de mata.

Confira os municípios onde há casos de febre amarela confirmados:

  • Antonina (litoral)
  • Morretes (litoral)
  • Adrianópolis (Região Metropolitana de Curitiba)
  • Campina Grande do Sul (Região Metropolitana de Curitiba)
  • Curitiba
  • Piraquara (Região Metropolitana de Curitiba)
  • São José dos Pinhais (Região Metropolitana de Curitiba)

Vacinação

O governo estadual ressaltou que a vacina contra a febre amarela está disponível em todas as unidades de saúde do Paraná.

A recomendação é para que pessoas entre nove meses e 59 anos se vacinem.

A recomendação é para que pessoas entre nove meses e 59 anos se vacinem — Foto: Valdecir Galor/SMCS
A recomendação é para que pessoas entre nove meses e 59 anos se vacinem — Foto: Valdecir Galor/SMCS

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