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O reflexo da internet na formação de opinião das pessoas

Franciéli de Oliveira Ferreira


“Ainda que eu falasse as línguas dos homens ou até mesmo dos anjos, mas não fosse capaz de amar os outros, eu nada seria”

Como dizia um velho professor dos tempos de cursinho, não se pode conhecer a história por recortes, logo, seria um tanto injusto tecer sobre um importante tema, mesmo que brevemente, sem que necessário fosse mencionar sua oriundez.

Em pleno auge da guerra fria, no ano de 1969, nos Estados Unidos a internet foi criada, chamada de Arpanet, que tinha como objetivo interligar laboratórios de pesquisa. Neste tempo, um professor da Universidade da Califórnia enviou para um amigo em Stanford  o primeiro e-mail da história.

A partir de 1982, o uso da Arpanet tornou-se, maior no âmbito das universidades. O uso era restrito aos Estados Unidos, sendo posteriormente propagado para os outros países.

No Brasil, a exploração comercial foi liberada em 1995, no entanto, as Universidades como as federais do Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro estavam conectadas desde o ano de 1989.

Assim, a difusão da rede internet foi avassaladora, tendo hoje mais de 250 milhões de usuários em todo o universo.

Dito isto….

Vivenciamos hoje nas “redes sociais” dos mais diversos entretenimentos. O que me questiono è, até que ponto chega o meu/teu/nosso limite no que tange a propagação e questionamento/argumentação daquilo que acontece no Brasil e no mundo, referente a coisas, pessoas, politicas, como diz Sandy e Junior etc…e tal…

Cabe dizer que o brasileiro é bem acalorado quando o assunto é política e sistema carcerário, aparecem juristas como nunca na história deste pais, (como diz o tio molusco).

Até aqui, tudo bem, o caos surge quando os ditos internautas/juristas indiplomados não conseguem respeitar as diversidades de pensamentos e ideologias, não conseguindo conter seu ódio por um partido político ou não respeita que outra pessoa pode e tem o direito de pensar/agir/argumentar de maneira diversa daquilo que você acredita, deferindo palavrões e propagando “guerra/ódio” na dita terra de ninguém.

Logo me pergunto, o que está acontecendo com os pobres mortais, porque nós seres humanos temos a tendência de não aceitar as diversidades de pensamentos.

Imagina se todos divergissem seja lá qual for o tema, e mesmo assim, conseguíssemos contra-argumentar sem ofender, sem disparar ódio. Imagina se nossos discursos fossem para propagar amor, paz, informações, manifestando sim suas opiniões, mas sempre lembrando que deve se, respeitar as opiniões alheias, mesmo não sendo conivente com o que o outro diz.

Imagina se ao invés de ficarem guerrilhando entre um partido e outro, nós buscássemos soluções para um pais melhor. Pobres de espirito aqueles que pensam que o problema do nosso pais são necessariamente os políticos.

Que tal começarmos a agir de maneira que, aquilo que nós dissermos possa acrescentar positivamente na vida das pessoas. 

Chega de ódio, chega de guerra, vamos escrever sobre amor, sobre coisas, pudim, mas ódio não. Nosso pais merece pessoas do bem. Uma vez que a internet tem tanto poder para disseminar informações, então que disseminamos a paz, e nos manifestemos de maneira saudável, não ofendendo ninguém.

EU RESPEITO SUA OPNIÃO

RESPEITE TAMBÉM A MINHA

Que estas sejam, as palavras de ordem.

Autora: Franciéli de Oliveira Ferreira

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