Policial

Justiça começa a ouvir a família Brittes e os demais acusados de matar Daniel Côrrea

Redação Bem Paraná com assessoria


A partir desta terça-feira, 13, serão retomados os interrogatórios do processo que apura a morte do jogador Daniel Corrêa Freitas, em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.  A juíza Luciane Regina Martins de Paula, da 1ª Vara Criminal de São José dos Pinhais, irá ouvir os sete réus acusados de envolvimento na morte de Daniel. A previsão é de que as oitivas durem três dias.

Edison Brittes Júnior, autor confesso da morte do jogador, Cristiana Brittes, esposa de Edison, Allana Brittes, filha do casal, David Vollero Silva, Ygor King, Eduardo Henrique da Silva e Evellyn Brisola Perusso respondem pela participação no crime.

Dos sete réus, cinco estão presos. Evellyn Perusso responde ao processo em liberdade desde o início e Allana Brittes deixou a Penitenciária Feminina de Piraquara na última semana, após um habeas corpus ser aceito pela Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

As acusações

Edison Brittes Júnior é réu por homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual, corrupção de menor e coação no curso do processo.

Cristiana Brittes responde por homicídio qualificado por motivo torpe, coação do curso de processo, fraude processual e corrupção de menor.

Allana Brittes responde por coação no curso do processo, fraude processual e corrupção de adolescente.

Eduardo da Silva é acusado de homicídio triplamente qualificado, ocultação de cadáver, fraude processual e corrupção de menor, mesmos crimes imputados a Ygor King e David Vollero Silva, sendo que este último ainda responde por denunciação caluniosa.

Evellyn Brisola Perusso é acusada de denunciação caluniosa, fraude processual, corrupção de menor e falso testemunho.

O crime

Daniel Corrêa Freitas era jogador de futebol e atuava no São Bento de Sorocaba e teve passagens por Coritiba, São Paulo e Botafogo. Ele foi encontrado morto na manhã do dia 28 de outubro em um matagal, na Colônia Mergulhão, zona rural de São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba.

Segundo as investigações, ele participou da festa de 18 anos de Allana Brittes em uma casa noturna de Curitiba e depois seguiu para a casa de Edison Brittes, onde as agressões contra ele começaram.

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