Jacarezinho

Jacarezinho tem mais de mil casos de dengue

Boletim epidemiológico divulgado na terça-feira apresenta números alarmantes da doença 

Larvas do mosquito são encontradas em quase todos os lugares que acumulam lixo e pequenos objetos desrtados e que acumulam água
CRÉDITO: ARQUIVO

Da Redação


Jacarezinho segue registrando aumento gradativo nos casos de dengue. Segundo o boletim epidemiológico divulgado semanalmente pela Secretaria de Saúde do Paraná, o município chegou a 1.101 pacientes diagnosticados com a doença. 

Em estado de epidemia desde janeiro, Jacarezinho ainda tem outros 798 casos em investigação, o que mostra que a tendência das estatísticas é de apresentar situação ainda mais grave nas próximas semanas, mantendo assim o índice de crescimento semana a semana. 

No boletim epidemiológico do dia 3 março era 903 casos confirmados e 625 em investigação, aumento, portanto, de quase 200 casos em uma única semana. Já no boletim de 27 de fevereiro os números apontavam 709 casos confirmados e 577 em investigação. 

Esta é a segunda epidemia de dengue em Jacarezinho em um intervalo de aproximadamente 10 meses. Em maio do ano passado o município também enfrentou uma situação epidêmica da doença. 

Há alguns dias, para tentar conter o avanço da dengue a Secretaria Municipal de Saúde feito a aplicação  e o controle químico do inseticida para controlar o Aedes aegypti, mosquito transmissor desta e de outras doenças. 

“PREOCUPAÇÃO É A DENGUE”

Segundo o diretor da 19ª Regional de Saúde, Tony Palhares, embora fala-se muito do coronavírus, hoje a maior preocupação da região é a dengue. “Estamos monitorando a questão do coronavírus, mas hoje realmente a maior preocupação é a dengue, que já é uma realidade e inspira muitos cuidados para que a situação não fique ainda mais grave”, pontua. 

“Temos  que ter cuidado com o coronavírus, mas as pessoas precisam ter consciência que o problema da região hoje é a dengue. E 90% dos focos do mosquito estão em casas e terrenos, então é fundamental a participação das pessoas para eliminar os criadouros e evitar a proliferação da doença”, completa Palhares. 

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