Joaquim Távora Ribeirão do Pinhal

Grupo Pioneiro mantém produção e adota medidas de proteção aos trabalhadores

Frigorífico tem capacidade de abate de 200 mil frangos/dia e emprega 3 mil funcionários diretos

O três mil trabalhadores das unidades industriais e de processamento estão mais protegidas no ambiente de trabalho que fora delas
CRÉDITO: DIVULGAÇÃO

Assessoria 


A diretoria do Grupo Pioneiro, que congrega quatro plantas e mantém em Joaquim Távora, um abatedouro de aves, além de uma fábrica de rações, indústria de processamento e a unidade de recepção de grãos em Ribeirão do Pinhal, informou no início da tarde de ontem (23), que manterá o volume de produção de abate de 200 mil frangos por dia, atendendo a uma recomendação  da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

A cúpula da empresa realizou uma reunião que começou pela manhã e só terminou no início da tarde. A decisão de manter a produção se deve à necessidade de garantir o fornecimento de proteína aos milhares de consumidores de proteínas fundamentais na manutenção da imunidade humana, sem a qual estariam fragilizadas para enfrentar a pandemia de coronavírus que abala todo o mundo.

A direção do grupo assinala que os cerca de 3 mil trabalhadores das unidades industriais e de processamento estão mais protegidas no ambiente de trabalho que fora das unidades. Isso ocorre pelos rígidos controles de segurança e higiene adotados nas quatro plantas (veja texto logo abaixo).

Além disso, a companhia entrou em contato com as prefeituras dos 16 municípios que disponibilizam mão-de-obra para as unidades do Grupo Pioneiro, solicitando apoio das áreas de saúde no sentido de disponibilizar ações sanitárias de proteção aos trabalhadores.

Cadeia de produção

A cadeia de produção envolvendo o Grupo Pioneiro, desde a produção de cereais como matéria prima da tração das aves, até o produtor de frangos, a indústria e outros setores, representas um universo de 12 mil trabalhadores. Somente nas unidades industriais são empregados 3 mil colaboradores, números multiplicados por quatro se somados aos empregos gerados a nível de campo, logística, entre outros.  

Pioneiro divulga protocolo e ações durante a pandemia

A indústria de alimentos como um todo, incluindo a cadeia que a supre, como campo, produtores de aves, e grãos; frente ao delicado momento que estamos passando, compreende a sua importância junto à sociedade e mantem-se operante em suas quatro plantas, reforçando que a continuidade da produção não se trata de uma simples opção e sim de um compromisso com a sociedade.

Endossando a obrigação que tem com o abastecimento de alimentos, o Governo Estadual editou no dia 21, sábado, Decreto nº 4317, que define as atividades essenciais, entre elas a produção de alimentos. 

Juntamente com outras empresas do setor, o Grupo Pioneiro seguiu as determinações da ABPA (Associação Brasileira de Proteína Animal), adotando medidas que visam reduzir as possibilidades de contágio no ambiente de trabalho, bem como conscientizar os colaboradores da atual situação. Os responsáveis pela prevenção seguem atentos ao avanço do vírus, assim como aos informes da Organização Mundial de Saúde (OMS).

Dentro da empresa foi criado um Comitê de Monitoramento da pandemia do Coronavírus, adotando protocolos de procedimentos para proteger os colaboradores e contribuir com a prevenção do contágio. 

Inicialmente foram feitos trabalhos voltados à informação dos colaboradores através de banners, cartazes e comunicados distribuídos por todas as unidades da empresa. Também foram feitos vídeos internos, os quais circulam como informativos via e-mail e whatsapp tratando dos sintomas e das medidas de prevenção.

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