Educação

Crédito privado ajuda alunos a entrar na faculdade, mesmo sem FIES

PRAVALER oferece modalidades atraentes para estudantes que precisam de financiamento para cursar o ensino superior, mas não conseguiram financiamento público

De: Isabella Marzolla


Alunos que concluíram o ensino médio, mas não atingiram a nota mínima no ENEM ou não atendem aos demais critérios estabelecidos pelo Ministério da Educação (MEC) para usufruir do FIES, o Fundo de Financiamento Estudantil, não precisam abrir mão do sonho de cursar uma universidade. Instituições como o PRAVALER, líder em financiamento estudantil privado no País, oferecem opções de crédito atraentes para estudantes nessa condição, algumas delas a juro zero.

Segundo estudo realizado no ano passado pelo instituto BonusQuest, 83% dos estudantes com ensino médio completo apontam o fator financeiro como o maior impeditivo para ingressar no ensino superior. Aproximadamente 80% dos respondentes que declararam interesse em ingressar no ensino superior consideram a hipótese de recorrer ao financiamento estudantil. Entre estes, 76% afirmam que esse tipo de oferta é determinante para que possam ingressar numa faculdade.  

De acordo com Rafael Baddini, sócio-diretor do PRAVALER, ainda há muita insegurança sobre a contratação de crédito no Brasil.  “O brasileiro tem receio de se enrolar com dívidas que teme não pagar no futuro”, explica. “Com 13 anos de experiência em crédito educacional, o PRAVALER apresenta soluções que para que que os alunos não desistam dos seus sonhos e possam atingir seus objetivos”.

A instituição é dedicada exclusivamente à criação de soluções financeiras para estudantes universitários. “Temos parceria com instituições de ensino superior de todo o país. Financiamos tanto cursos presenciais quanto à distância (EAD) e não exigimos a participação do ENEM”, diz Baddini. Todo o processo de contratação é online e os estudantes não precisam ter conta em banco.

Para facilitar a decisão de quem ainda se sente inseguro em recorrer ao crédito privado, o executivo elenca algumas dicas:

·         Entender sua situação financeira: “Saber qual a renda mensal per capita, quais são os gastos fixos e quanto sobra para outras despesas é fundamental para avaliar a viabilidade do financiamento”, afirma. No caso do PRAVALER, é necessário que a renda do aluno e do fiador, combinadas, correspondam a duas vezes e meia o valor da mensalidade do curso escolhido.

No caso do PRAVALER, por exemplo, a renda média dos alunos que contam com o financiamento, é de dois salários mínimos. Para ajudar nesse cálculo, o PRAVALER desenvolveu um simulador online, no qual é possível verificar também o valor das mensalidades pode ser contratada (www.pravaler.com.br).

·         Prevenção: Manter o controle sobre as finanças pessoais é importante para não perder o foco nos objetivos traçados. Evitar compras por impulso, gastos supérfluos e excessivos e fazer um acompanhamento detalhado das despesas cotidianas são alguns dos conselhos. “Quando a pessoa entende a forma como usa o dinheiro, sua relação com as finanças pessoais tende a melhorar muito e, como consequência, fica mais fácil fazer planos e alcançar metas”, diz Baddini.

·         Ação: Na hora da contratação do financiamento estudantil, a dica é esclarecer todas as dúvidas sobre as opções de crédito oferecidas pela faculdade. “É importante saber quais as condições de contratação e pagamento e quais são os cursos que podem utilizar o serviço”, observa Baddini.

O PRAVALER tem parceria com 500 instituições de ensino superior do Brasil. Dessas, 70% oferecem a modalidade de financiamento com subsídio total das taxas de juros. Sendo assim, os estudantes que recorrerem ao PRAVALER poderão estudar pagando mensalidades mais baratas, com mais prazo e sem se preocupar com juros.

Sobre o PRAVALER

Desde a sua criação, em 2006, o PRAVALER já repassou de mais de R$ 2,5 bilhões em mensalidades. Sua operação contempla o financiamento de 100% do valor da mensalidade de cursos de ensino superior presenciais e a distância, com subsídio parcial ou total das taxas de juros por parte das instituições de ensino.

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