Educação Santo Antônio da Platina

Adolescente do Cense é destaque em concurso de redação

Concurso tem por iniciativa motivar os estudos dando enfoque no desenvolvimento pessoal da escrita e leitura


Adolescente foi o primeiro colocado da categoria 3 com a média de 94.286. CRÉDITO: Antônio de Picolli

Da Redação com Assessoria

Nesta semana, um adolescente do Centro de Socioeducação (Cense) de Santo Antônio da Platina foi o vencedor da 4ª edição do Concurso de Redação da Defensoria Pública da União, categoria 3, na fase estadual. Mesmo em cumprimento de medida socioeducativa de internação, o adolescente, que teve sua identidade preservada ficou classificado em primeiro lugar atingindo a média de 94.286 pontos. O concurso tem por iniciativa motivar os estudos dando enfoque no desenvolvimento pessoal da escrita e leitura, e teve a participação de 516 escolas inscritas, 8.294 participantes inscritos e 6.623 redações enviadas. A DPU vai disponibilizar prêmios, medalhas e certificados aos ganhadores.

O tema abordado nesta edição foi “Promoção dos direitos humanos e garantia do acesso à Justiça”, em homenagem aos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Com base nesta temática, os professores orientadores puderam trabalhar com seus alunos o debate e a reflexão, utilizando a Cartilha elaborada pela Defensoria Pública da União. O material de apoio abordou temas como: direitos humanos, liberdade, discurso de ódio, direito à vida, direto de não ser discriminado e igualdade perante a lei, proibição à tortura, direitos sociais, educação, saúde, alimentação, trabalho, moradia, transporte, lazer, segurança, previdência social, proteção à maternidade e à infância, assistência aos desamparados, efetivação dos direitos humanos.

Participaram do Concurso de Redação, alunos do Ensino Fundamental e Médio, incluindo a Educação de Jovens e Adultos (modalidade EJA), bem como os que estejam em cumprimento de medida socioeducativa de internação e adultos internos das penitenciárias federais.

Os trabalhos apresentados foram examinados por uma Comissão Julgadora, composta por, no mínimo, 12 membros, sendo Defensores Públicos Federais e servidores da Defensoria Pública da União e indicados pelo Departamento Penitenciário Nacional (DEPEN).

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