TCE-PR se engaja em movimento de respeito e conscientização do autismo

TCE-PR

Neste dia 2 de abril é celebrado o Dia Mundial de Consciência do Autismo. E o Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) engajou-se no movimento que busca derrubar barreiras e preconceitos e disseminar informações corretas e esclarecedoras sobre o tema. 

A instituição adotou a iluminação azul em frente à rampa de acesso ao prédio e o desenho de um quebra-cabeça nas vagas de estacionamento destinadas a pessoas com deficiência.

A representação da cor azul está relacionada à maior incidência no sexo masculino de casos de TEA (Transtorno do Espectro Autista). Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), 1 a cada 5 casos são diagnosticados em meninos. Por isso, o tom costuma estar presente em prédios e monumentos cartões-postais por todo o planeta nas datas próximas ao 2 de abril.

Já o logotipo do quebra-cabeça reproduz a complexidade dos transtornos que formam o espectro autista. Ele foi usado pela primeira vez em 1963 e simboliza a ideia de que pessoas autistas são difíceis de compreender (como um quebra-cabeça).

Criado em 2007 pela OMS, o Dia Mundial de Consciência do Autismo tem o objetivo também de garantir uma compreensão a respeito do espectro autista, alertando a sociedade e os governantes sobre esse transtorno de neurodesenvolvimento. Além do incentivar à promoção de políticas públicas inclusivas.

A ação do TCE-PR e demais órgãos do estado é uma iniciativa da Superintendência Geral de Ação Solidária (SGAS), do Governo paranaense, e integra a campanha nacional com tema único: “Respeito para todo o espectro”. A hashtag #RESPECTRO  é que traduz esse sentimento nas redes sociais.

O que é o autismo?

O autismo é uma condição de saúde caracterizada por déficit na comunicação social (socialização e comunicação verbal e não verbal) e comportamento (interesse restrito e movimentos repetitivos).

E se manifesta ainda na fase infantil, antes dos 3 anos de idade, de maneira única em cada indivíduo e diferentes subtipos. É tão abrangente que se usa o termo “espectro”, pelos vários níveis de comprometimento.

Há desde pessoas com outras doenças e condições associadas (comorbidades), como deficiência intelectual e epilepsia, até pessoas independentes, com vida comum. Algumas nem sabem que são autistas, uma vez que jamais tiveram diagnóstico.