Saúde

Super fungo faz primeira vítima no Brasil

Da Assessoria

Em meio à turbulência vivida por conta da pandemia de Covid-19, uma notícia alarmante foi dada pela Anvisa. Em 7 de dezembro, a agência abriu investigação sobre um possível primeiro caso de Candida auris no Brasil, o chamado super fungo. Já reportado em mais de 30 países, o super fungo é resistente a medicamentos, e é responsável por infecções hospitalares

Estima-se que de 30% a 60% dos pacientes atacados por Candida auris vieram a óbito. O primeiro caso foi detectado em 2009 no Japão. No Brasil, este possível primeiro caso, foi identificado na Bahia, em paciente internado em hospital, vítima da Covid-19.

A amostra foi analisada no Laboratório Central de Saúde Pública Professor Gonçalo Moniz, de Salvador, e pelo Laboratório do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da USP.

Apesar disso, os fungos, de modo geral, têm um papel importantíssimo na natureza, principalmente para o equilíbrio ambiental. Agindo na decomposição da matéria orgânica, contribuem para o equilíbrio do ecossistema.

Há uma dualidade em relação aos fungos, uma vez que por um lado eles trazem muitos benefícios, mas por outro, podem ser sinônimo de prejuízos tanto materiais, como também em relação à saúde.

Fungos são destaques também na economia. Na indústria alimentícia, fungos são utilizados na produção de queijos, pães e bebidas, e também pela indústria farmacêutica, na produção de medicamentos.

Embora os fungos tenham uma importância tão grande, também podem ser responsáveis por transtornos. Vorazes consumidores de matéria orgânica, destroem tudo que há pela frente. Em uma casa, por exemplo, os fungos (que são os responsáveis por desenvolver mofo) atacam desde paredes, até portas, janelas, móveis de madeiraroupaslivros, álbuns de fotos, etc.

Os maiores prejuízos, entretanto, são aqueles que podem ser causados à saúde.

Candida auris, ou super fungo é o causador da última doença reportada. Ataca pessoas internadas com o sistema imune debilitado. Resiste à ação de medicamentos e pode ser fatal. Entretanto, é um problema que vem aparecendo mais em ambientes hospitalares.

A lista de doenças causadas por fungos, no entanto, é extensa. Dela fazem parte:

  • Pano Branco – conhecida como micose de praia, provoca manchas brancas na pele. Atinge principalmente pescoço, braços e abdômen.
  • Tinha – é uma doença contagiosa que provoca lesões na pele que vão desde os dedos dos pés ao couro cabeludo. As lesões costumam coçar e descascar.
  • Onicomicose – tipo de micose que atinge tanto as unhas das mãos quanto dos pés. Geralmente quando atinge os pés, os dedos maiores são os mais afetados. Para um diagnóstico mais seguro, é importante consultar um dermatologista.
  • Aspergilose – afeta principalmente os pulmões e pode provocar alergias que dificultam a respiração. Trata-se de um fungo que é encontrado dentro de casa e em locais úmidos, como banheiros, por exemplo. Provoca tosse, falta de ar e até secreção com sangue.
  • Meningite Fúngica – ocorre pela inalação de esporos (partículas de fungos). Não é contagiosa. No corpo, passam pelos pulmões e vão se alojar nas meninges (membranas que envolvem o cérebro e a medula espinhal). Causa febre, dor de cabeça, rigidez no pescoço, confusão mental, fotofobia, e até vômito.
  • Peniciliose – doença que atinge órgãos vitais como fígado, rins e pulmões. Provoca lesões na pele e perda de peso.
  • Histoplasmose – pneumonia dos fungos, a doença atinge principalmente os pulmões. É transmitida pela inalação de esporos. Pode provocar meningite e problemas de coração.

Além disso, os fungos encontrados em casa que dão origem ao mofo e ao bolor, também são muito prejudiciais à saúde respiratória, especialmente para quem possui doenças como asma, bronquite, rinite e sinusite alérgica. Isso porque os esporos soltados pelos fungos em sua reprodução são capazes de desencadear crises alérgicas.

Como acontece com outros microrganismos, como ácaros e bactérias, a condição básica para a sobrevivência dos fungos, em geral, é a alta umidade. Acima de 70%, a umidade favorece a proliferação deles.

A melhor maneira de combater a proliferação de fungos é com a utilização de desumidificadores. O Desidrat, da Thermomatic, mantém a umidade entre 50% e 60%, conforme, inclusive, recomenda a Organização Mundial da Saúde (OMS).  

Para saber mais sobre o uso de desumidificadores para o combate aos fungos, basta acessar:
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