Santo Antônio da Platina

Corrida pelas compras de Natal, lotam comércio platinense

Da Redação

Grande circulação de pessoas, chama atenção pelas aglomerações e o não uso de máscaras fora das lojas
CRÉDITOS: Antônio de Picolli

A três dias para o Natal, o fluxo de pessoas na cidade polo comercial, Santo Antônio da Platina, tem aumentado gradativamente. O período noturno (horário estendido de Natal) tem sido um convite para os consumidores, pois, além de não ter cobrança do estacionamento rotativo, ainda fogem do calorão que tem predominado pelo Norte Pioneiro nos últimos dias, com temperaturas acima dos 30°C.

No centro da cidade, centenas de pessoas aproveitam para garantir os presentes, lotando lojas, principalmente nas ruas Rui Barbosa e Marechal Deodoro da Fonseca.

Movimento expressivo, visa aquecer o comércio neste curto período após crise econômica mundial
CRÉDITOS: Antônio de Picolli

O movimento expressivo, visa aquecer o comércio neste curto período após meses difíceis que levaram a uma crise econômica mundial. Porém, o que muitos consumidores estão deixando de lado, são os cuidados básicos sanitários para conter o avanço do coronavírus. A grande circulação de pessoas, chama atenção pelas aglomerações e o não uso de máscaras fora das lojas – se esquecendo dos riscos e da rapidez do contágio do coronavírus.

E apesar dos esforços dos lojistas, o distanciamento dentro das lojas tem sido pouco respeitado, mesmo com demarcações horizontais feitas pelos comerciantes no intuito de orientar os clientes.

“Apesar do movimento, as vendas ainda não estão perto do que movimentamos no ano anterior. Isso porque muitas pessoas optaram pelas compras online para não sair de casa”, comentou o comerciante de vestuários Ricardo Teixeira.

De acordo com a plataforma Mercado & Consumo, que realiza análises do setor, os produtos mais buscados por quem vai presentear são roupas, brinquedos em geral, perfumes e outros cosméticos e calçados.

Para o professor, Leandro de Oliveira, este será o Natal das lembrancinhas, em virtude do alto índice de desemprego. “Acho que em meio a essa instabilidade econômica, ninguém quer fazer dívidas, ou gastar além do que seu orçamento permite. Na minha casa as compras foram apenas lembrancinhas, para não passar em branco. Dando destaque maior para os presentes das crianças”, comentou.

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