Meio Ambiente Ribeirão Claro

Bonato e Ana se reúnem com IAT para discutir licenças ambientais

Usina de lixo, Matadouro Municipal e empreendimentos às margens da represa estiveram entre os assuntos principais da pauta

Eleitos em Ribeirão Claro, Bonato e Ana se reúnem com Fábio de Lucca e o chefe do IAT, Marcos Antonio Pinto
CRÉDITO: Arquivo Pessoal

Da Redação


Mesmo antes da posse, o prefeito eleito em Ribeirão Claro, João Carlos Bonato e sua vice Ana Maria Baggio Molini, realizaram uma reunião com o chefe do Instituto Agro e Terra (IAT) Marcos Antonio Pinto, para discutir e se inteirar sobre licenciamentos ambientais no Município.

A reunião que teve por finalidade adiantar os serviços que serão iniciados a partir de janeiro. Entre as prioridades das pautas, foi discutido sobre a Usina de Lixo, Matadouro Municipal, empreendimentos às margens da represa e entre outros assuntos pertinentes a nova gestão.

 “Vamos dar início a um novo tempo. Por isso, estamos em busca de regularizar tudo que precisa no Município e já estamos analisando quais os meios para isso”, disse Bonato.

De acordo com o membro da Comissão de Transição, Fábio de Lucca, que também participou da reunião, o Matadouro Municipal, agora que teve licitado o equipamento para fazer o tratamento dos efluentes. “Ou seja, só vai chegar no ano que vem. E no IAT, ainda não há nenhum pedido de licença prévia, pois estão aguardando a outorga do uso da água. Somente com essa outorga que podem dar entrada no IAT para pleitear a licença prévia. Por isso, a gente imagina que ainda vai demorar um pouco para conseguirmos colocar em operação devido a esses trâmites”, explica.

Já a Usina de Lixo precisa passar por algumas adequações, pois atualmente se encontra em situação irregular. “A Associação precisa de uma regularização e vamos começar os trabalhos o quanto antes para se adequar nas normas”, garantiu Fábio.

Em virtude da alta demanda por loteamentos e casas às margens da represa em Ribeirão Claro, há de se ver a importância sobre a ocupação de solo. “A situação é preocupante, uma vez que a região do Tayaya tem sido muito procurada e novos empreendimentos estão nascendo. Então, para que o município não venha a perder o controle, nem ter problemas futuros, vamos dar uma atenção especial nesta questão”.

Além disso, o chefe do IAT, orientou ao grupo eleito, sobre a importância de ter uma fonte de extração de cascalho para manutenção das estradas rurais, visto que no momento Ribeirão Claro não tem nenhuma área legalmente habilitada para poder fazer essa retirada do produto. “Marcos nos orientou para que no início do ano já tenha uma pessoa nomeada ao Departamento de Meio Ambiente para discutir essas questões em parceria com o IAT”, finalizou.

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