Ibaiti Ribeirão do Pinhal

PR-436 Pavimentação esperada há mais de 50 anos

Estrada sem asfalto entre Ibaiti e Ribeirão do Pinhal é uma vergonha e moradores é quem sofrem as consequências

Da Redação

Nessa semana a Tribuna do Vale publicou uma reportagem em que moradores das margens da PR-436, estrada sem asfalto que liga Ibaiti à Ribeirão do Pinhal, relatam o drama desta população rural de Ibaiti que há 50 anos esperaram atenção do poder público para receber o mesmo tratamento dado a outros milhares de paranaenses que residem na região do Norte Pioneiro do Paraná.

Calcula-se que mais de 7 mil pesosas dependem da pavimentação asfáltica da PR-436, numa extensão de 58 quilômetos ligando Ibaiti a Ribeirão do Pinhal, passando pelos Distritos da Vila Guay, Paulistinha, Vassoural e Triolândia.

Os moradores, por diversas vezes, solicitaram aos políticos da região e abriram protocolos solicitando a pavimentação da estrada, mas não tiveram retorno além de falsas promessas.

A luta que ocorre há mais de 50 anos migrou para as redes sociais há uma semana. Os moradores iniciaram movimentos nas redes sociais, em grupos do facebook e whatsapp, reivindicando o asfaltamento que pode beneficiar mais de 80 mil moradores da região, seja na logística e transporte, agricultura, saúde, educação, no desenvolvimento e, sobretudo, na qualidade de vida, promovendo o bem estar de toda população local e também de quem passa por essa estrada.

A estrada sem asfaltamento vem gerando diversos problemas e frustações, não só para os moradores, mas também para os caminhoneiros que muitas vezes precisam fazer esse trajeto. O problema maior é quando chove, porque a estrada fica com alagamento , impedindo a passagem de carros e caminhões .

Por diversas vezes, como agora, em dias chuvosos, os moradores tiveram que ajudar a desencalhar os veículos que passavam pela estrada. Eles afirmam: “Nossa PR-436 tem muitas histórias e promessas que se arrastam há mais de 50 anos, pra você ter ideia, no mapa do Paraná consta que a rodovia é asfaltada. Estamos cansados de falsas promessas de políticos. Queremos uma ação efetiva e concretização das tantas promessas. Precisamos fazer uma movimentação que chegue até as autoridades superiores para que possam ouvir nossa voz”, desabafa um dos organizadores do movimento.

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