Economia

O gás aumenta de preço, mas revendedores estão no prejuízo

Revendedores de gás de cozinha protestam contra aumento de preços e a margem de lucro cada vez menor

Da Redação com Assessoria


Os aumentos consecutivos no preço do gás de cozinha, determinados pela Petrobras ao longo de 2020, levaram revendedores a se mobilizarem porque os reajustes estão sufocando a população, e os representantes das distribuidoras estão com as margens de lucro cada vez menores e muitos estão ameaçados de fechar as portas.

Uma manifestação contra os aumentos considerados abusivos aconteceu em Londrina no dia 18 de novembro. Segundo os líderes do movimento, só neste ano, pelo menos nove aumentos no preço do produto já foram anunciados pela Petrobras.

O último aumento anunciado esta semana pode elevar o preço do gás de cozinha para R$ 85,00 o botijão de 13 quilos, que poderá alcançar R$ 90,00 até fim do ano.

Vídeo manifestação de Londrina (TV Tarobá)

Os manifestantes, que se concentraram em frente ao pool de combustíveis na zona oeste de Londrina, alegam que estão acumulando prejuízos, porque não há condições de repassar a elevação de preços para o consumidor final.

Na região do Norte Pioneiro, segundo lideranças do setor, a situação não é diferente. Os revendedores manifestam, que não vão interromper a distribuição do produto na região, mas a situação é cada mais insustentável.

“O objetivo do nosso movimento é chamar a atenção da sociedade, pois, a continuar desta forma, não temos condições de suportar e a população está sendo explorada”, desabafa um dos revenderes, que pediu anonimato.

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