Policial

Adapar fiscaliza trânsito de animais e vegetais em estradas da região

Com status de área livre de febre aftosa, Paraná intensifica fiscalização de trânsito irregular

Da Redação com Assessoria


Nos dias 29 e 30 de novembro e no dia 1° de dezembro foi realizada pela ADAPAR em parceria com a Polícia Rodoviária Estadual e a Polícia Militar uma operação conjunta para coibir o trânsito irregular de animais, produtos e insumos agropecuários entre o Estado do Paraná e São Paulo, mais especificamente nos municípios de Jacarezinho, Ribeirão Claro, Santo Antônio da Platina, Siqueira Campos, Joaquim Távora além de Santana do Itararé e Salto do Itararé.

A importância dessa operação está no fato de que o Estado do Paraná tem um status sanitário diferente de SP desde agosto de 2020, quando foi reconhecido nacionalmente como livre de febre aftosa pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). O reconhecimento nacional proíbe o ingresso no estado de animais suscetíveis a febre aftosa, sendo liberado somente quando são destinados direto para o abate. O reconhecimento nacional é a primeira etapa para o reconhecimento internacional do estado como zona livre, fato que deverá ocorrer em maio de 2021.

Nesta operação foram verificados os documentos sanitários e fitossanitários obrigatórios que devem acompanhar as cargas, como a Guia de trânsito Animal (GTA), a Permissão de trânsito Vegetal (PTV) e as notas fiscais de produtos de origem animal e insumos agropecuários.

Para a execução desta operação houve um reforço na equipe de fiscais e assistentes de fiscalização que foram convocados de outras regionais da ADAPAR, totalizando 27 servidores e permitindo assim uma ação coordenada e com cobertura regional.

Segundo o Supervisor Regional da ADAPAR em Jacarezinho, Mario Roberto Ferri, responsável pela organização regional da operação, foram fiscalizados aproximadamente 400 cargas de interesse da defesa agropecuária. Para as irregularidades encontradas foram tomadas as medidas administrativas previstas na legislação, como a lavratura de Autos de Infração, a apreensão e destruição de produtos alimentícios clandestinos, o rechaço de cargas irregulares que tentavam ingressar no estado do Paraná, e a determinação de retorno a origem de cargas irregulares em trânsito interno no estado.

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