Dengue

Dengue já faz vítimas e Paraná inicia plano de combate

Foto: Divulgação SESA

Paraná Portal


Prevendo que a doença da Dengue, que começa no período de verão, e se estende até maio e junho, o governo paranaense dá início a um plano estratégico de combate e controle da Dengue, Zika Vírus e Febre Chikungunya. O Plano de Ação foi apresentado a técnicos do Ministério da Saúde, com a solicitação de apoio para a implementação das medidas.

Entre agosto de 2019 ao final de julho de 2020, o Paraná registrou a maior epidemia da sua história, com 227 mil casos confirmados e 177 óbitos. Neste começo do novo período epidemiológico já há 848 confirmações e 3 mortes por Dengue.

“Estamos vivendo um momento crítico na saúde, com uma pandemia até então desconhecida e que chegou junto a um panorama já instalado de epidemia de dengue, retorno do sarampo e queda nas taxas de cobertura vacinal”, disse o secretário da Saúde, Beto Preto.

O Plano de Ação do Paraná destaca a integração das redes de Atenção Primária e a de Urgência e Emergência para agilizar o manejo clínico, diagnóstico e tratamento de pacientes”, explicou a diretora de Atenção e Vigilância em saúde da Secretaria da Saúde, Maria Goretti David Lopes.

O Plano de Ação prevê, ainda, a instalação de uma rede de 60 unidades sentinelas para arboviroses, identificando casos suspeitos por meio de amostragem laboratorial. “Esse trabalho de monitoramento já é realizado junto às doenças respiratórias, mas o Paraná será o primeiro estado a replicar a medida nas infecções provocadas pelo mosquito Aedes Aegypti, com coleta de 300 amostras semanais que poderão nos indicar casos de circulação viral”, explicou a diretora.

Em fevereiro de 2020 o Paraná decretou estado de alerta para a dengue, e logo em seguida, em março foi instalada a epidemia, que se configura com mais de 300 casos da doença por 100 mil habitantes.
“Com estas ações antecipadas e integradas, a meta da Secretaria da Saúde é evitar que o quadro se repita neste período epidemiológico”, disse a diretora de Atenção e Vigilância em Saúde, Maria Goretti David Lopes.

Deixe um Comentário