Cornélio Procópio Saúde

Cornélio Procópio tem baixa procura pela vacina, aponta Secretaria Municipal de Saúde

Balanço parcial divulgado pelo órgão indica 50%   de alcance na campanha. Vacinação vai até o dia 29

Ataíde Cuqui


Autoridades sanitárias de Cornélio Procópio ligadas à Secretaria Municipal de Saúde manifestaram sua preocupação pela baixa procura para a vacinação contra a Poliomielite no município. Atribuem o fato ao novo quadro criado no país com a pandemia da Covid-19 com muitos pais deixando de levar os seus filhos para vacinar com medo de contrair a doença, apesar de todas as condições de segurança oferecidas pelo município.

A campanha, que começou dia 28 de setembro, termina no próximo dia 29 (quinta-feira) e atingiu até agora no município  pouco mais da metade da meta prevista que era de 90 a 95% das crianças  menores de 05 anos. “Faço um apelo aos pais e responsáveis que ainda não levaram seus filhos para vacinar que o façam.  Todos os cuidados quanto ao Coronavírus estão sendo tomados por nossas equipes”, tranquiliza a secretária municipal de Saúde    Graziela Andrade Olschaneski.

Informou que, até o encerramento da campanha, todas as Unidades Básicas de Saúde   estarão atendendo, das 8  às  17 horas, de segunda à sexta-feira, uma vez que no dia 30 de outubro, as UBSs estarão em recesso devido à comemoração do Dia do Servidor Público (28). “Pedimos aos pais que levem os seus filhos para receber a vacina com a certeza de que o trabalho em todos os postos está sendo feito com todas as seguranças necessárias”, garante a secretária.

Lembra que a prevenção ainda é o melhor remédio  e ressalta  que a vacina contra a doença é aplicada com apenas duas gotinhas e que pode salvar vidas. O Brasil recebeu o certificado de eliminação da Poliomielite em 1994. No entanto, até que a doença seja erradicada no mundo (como ocorreu com a varíola), existe o risco de um país ou continente ter casos importados e o vírus voltar a circular em seu território. Para evitar isso, é importante manter as taxas de cobertura vacinal altas e fazer vigilância constante, entre outras medidas.

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