Mesmo em estado grave, radialista descreveu à PM um homem alto, de pele clara e que usava uma touca bege semelhante a um capuz como autor; suspeito ainda não foi localizado

DA REDAÇÃO – FOLHA EXTRA
SANTO ANTÔNIO DA PLATINA – A reportagem da Folha recebeu novas informações sobre o ataque contra o radialista Fábio Lara, de 47 anos, na noite desta terça-feira (06), em Santo Antônio da Platina, no Norte Pioneiro. As informações encaminhadas pela Polícia Militar confirmam que a vítima sofreu sete perfurações provocadas por golpes de faca e revelam a descrição do suspeito repassada pela própria vítima.
Conforme as informações da PM, mesmo em estado grave Fábio conseguiu descrever o suspeito que o teria atacado. Segundo Fábio, o responsável pelo ataque seria um homem alto, de pele clara e que utilizava uma touca bege semelhante a um capuz. O suspeito teria fugido logo após o crime e, até o momento, não foi localizado.
Sete golpes de faca
A ocorrência aconteceu por volta das 22h20, no bairro Aparecidinho I. A equipe da RPA da 4ª Companhia foi acionada pelo Corpo de Bombeiros para prestar apoio no atendimento.
Quando os policiais chegaram ao local, encontraram Fábio caído e com diversas perfurações pelo corpo. Ele já estava sendo atendido pela equipe do Siate e, diante da gravidade dos ferimentos, foi encaminhado ao pronto-socorro em código 3.
Posteriormente, os policiais foram até a unidade hospitalar e receberam a confirmação da equipe médica de que o radialista apresentava sete perfurações compatíveis com golpes de arma branca, possivelmente uma faca.
Apesar da gravidade dos ferimentos, a informação repassada aos policiais no hospital era de que Fábio não corria risco de morte naquele momento.
Foi no hospital que o radialista conseguiu conversar com os policiais e apresentar as características do suspeito. Por estar recebendo atendimento médico, porém, não foi possível obter mais detalhes sobre a autoria ou sobre o que teria motivado o ataque.
A Polícia Militar realizou buscas pela região, mas não encontrou o suspeito nem a arma do crime. De acordo com a PM, existem câmeras de segurança nas proximidades do local do crime, e as imagens poderão auxiliar na identificação do responsável e no esclarecimento das circunstâncias do ataque.
O caso segue sob investigação.



