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Quinze cidades da base de Romanelli recebem novos veículos para as agências do trabalhador

Da Assessoria

O deputado Luiz Cláudio Romanelli (PSD) disse nesta segunda-feira, 23, que a entrega de novos veículos para as agências do trabalhador servirá para busca ativa por mais vagas de empregos e por trabalhadores que podem ter a carteira assinada e todos os benefícios e conquistas da CLT. “Esses veículos serão usados pelos gerentes para se deslocar em busca de mais vagas, além de posicionar o trabalhador na busca de qualificação dos empregos oferecidos. A reestruturação das agências fortalece o sistema público de trabalho, emprego e renda”, destacou o deputado.

Da base de atuação de Romanelli, as agências de 15 cidades receberam os novos veículos: Assaí, Carambeí, Carlópolis, Ipiranga, Imbaú, Joaquim Távora, Loanda, Moreira Sales, Nova América da Colina, Quarto Centenário, Santa Cruz de Monte Castelo, São Sebastião da Amoreira, São Tomé, Sertaneja e Tapejara.

Além dos veículos entregues, R$ 37 milhões foram liberados para as agências do trabalhador. O aporte vai para qualificação profissional (R$ 34 milhões), aquisição de bebedouros e ar-condicionado (R$ 1 milhão), abertura de 17 novas agências (R$ 1 milhão) e remodelação da Casa do Trabalhador (R$ 1 milhão).

Atualmente, o Estado coordena 216 agências do trabalhador, que concentram vagas nos setores de indústria, comércio, serviços e agronegócio. Com os novos carros, o governo pretende intensificar: ações itinerantes e mutirões de emprego; programas de intermediação de mão de obra; e iniciativas de qualificação profissional em áreas remotas.

Valorização
Além do emprego, segundo Romanelli, o desafio é valorizar o trabalhador com melhores salários e melhores condições no ambiente de trabalho. “O Paraná já está com pleno emprego. No ano passado, teve a menor taxa de desemprego da história com média de 3,6% e atingindo 3,2% no quarto trimestre, segundo o IBGE. O desafio agora é melhorar a renda do trabalhador.

Romanelli destacou ainda que o Estado tem o maior salário mínimo regional do país – entre R$ 2.105,34 e R$ 2.407,90. O novo piso é maior (23% e 32,67%) que o salário mínimo nacional de R$ 1.621,00. “É uma política que completou 20 anos anos, construída com a participação das entidades sindicais e do governo do Estado, através do Conselho Estadual do Trabalho, Emprego e Renda, e que pode atender até 1,5 milhão de trabalhadores”, disse.

O deputado também defende que o Congresso Nacional deve votar o fim da escala 6×1 e implantar a escala 5×2 para que o país continue avançando com pleno emprego, melhores salários e condições de trabalho para a maioria da população economicamente ativa no país. “É uma pauta prioritária no Brasil e para aprofundar a questão se faz necessário este tipo de debate sobre os direitos sociais. O direito ao trabalho é o principal dos direitos sociais que temos”, destacou.

(com informações da Agência Estadual de Notícias)

(fotos: Foto: Geraldo Bubniak/AEN)

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