
CURSO
O curso de medicina terá duração de seis anos e segundo Romanelli, com atividades práticas e o internato nas unidades de saúde de Cornélio Procópio (Hospital Regional Pioneiro Amin Hannouche), Bandeirantes, Jacarezinho e Santo Antônio da Platina
Da Assessoria
O reitor da Uenp, Fábio Antonio Néia Martin, confirmou neste domingo,1º de fevereiro, ao deputado Luiz Cláudio Romanelli (PSD) que o vestibular para o curso de medicina no campus de Cornélio Procópio será realizado ainda neste primeiro semestre. “Será um vestibular só para o curso de medicina no primeiro semestre, com as matrículas dos 40 aprovados no segundo semestre”, adiantou.
“A Uenp vai completar 20 anos neste ano de 2026 e a implantação do curso de medicina, público e gratuito, além de ser um marco e uma conquista histórica, vai formar médicos, fortalecer o SUS e transformar a realidade do Norte Pioneiro na área da saúde pública”, destacou Romanelli, doutor honoris causa da universidade.
O curso de medicina terá duração de seis anos e segundo Romanelli, com atividades práticas e o internato nas unidades de saúde de Cornélio Procópio (Hospital Regional Pioneiro Amin Hannouche), Bandeirantes, Jacarezinho e Santo Antônio da Platina. “O Hospital Regional Pioneiro Amin Hannouche será um dos pilares do curso e suporte fundamental às atividades práticas e à formação dos futuros médicos”, destacou.
*Luta histórica*
Romanelli trabalhou significativamente na criação da Uenp em 2006 e desde então se dedica em dotar a universidade de estrutura necessária – laboratórios, ampliação de salas de aula, auditórios, bibliotecas e outros espaços – para que os três campi (Cornélio Procópio, Bandeirantes e Jacarezinho) ampliassem os cursos oferecidos e a qualidade na educação. “Hoje, a Uenp tem 27 cursos e 4,1 mil universitários, formando advogados, engenheiros, pedagogos, enfermeiros e outros profissionais fundamentais para o crescimento da economia e para melhorar os serviços públicos prestados à população”
“O curso de medicina, por exemplo, vai descentralizar a formação de médicos, reduzir a concentração de cursos nas grandes cidades, ampliar a oferta de vagas em outras regiões do Paraná, além de contribuir para o fortalecimento da rede pública de saúde regional”, aponta Romanelli.
O primeiro ciclo de formação, entre 2026 e 2031, terá investimento superior a R$ 85 milhões, e para o funcionamento pleno da graduação, em 2031, as projeções indicam um investimento anual de R$ 9,6 milhões para manutenção do curso. Com as 40 vagas no campus de Cornélio Procópio, o Paraná passa a contar com sete cursos de medicina nas universidades estaduais, totalizando 342 vagas anuais, ofertadas pela Uenp, UEL, UEM,UEPG, Unioeste e Unicentro.



