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Interditado, Colégio Edith sofre com abandono, furtos e vandalismo

Comunidade escolar mostra grande preocupação com o futuro do estabelecimento de ensino

Da Redação

O cenário é de abandono. Interditado há alguns meses, o Colégio Cívico-Militar Edith de Souza Prado de Oliveira, em Santo Antônio da Platina, além de enfrentar as adversas condições de estrutura que o levaram ao fechamento, agora também sofre com furtos e vandalismo.

A sucessão de problemas foi alvo de denúncia ao jornal Tribuna do Vale e ao Portal Tá No Site, uma vez que a situação do colégio segue por um caminho inverso ao que teria sido prometido pelas autoridades. O ano letivo já se iniciou e a instituição de ensino não parece nem próxima de ter mínimas condições de receber alunos.

Após o fechamento do prédio e realocação de cerca de 500 alunos para as dependências da Fanorpi, em outubro do ano passado, os problemas se agravaram. As fortes chuvas deste ano causaram novas avarias na estrutura física do colégio, cada vez mais comprometida.

Para piorar, a escola sofreu com sucessivas invasões, com furtos de fios e outros itens, além de vandalismo em portas, janelas e na mobília restante. Nesse contexto, pessoas ligadas ao colégio mostram grande preocupação com o futuro do estabelecimento de ensino.

“É um caos a situação. Caiu o telhado e foi tudo para o chão. A realidade é que o prédio está caindo”, diz uma das denunciantes, na esperança de ver o governo do Estado conseguir resolver o problema de forma definitiva.

Após a interdição da escola, que completou 70 anos em 2023, lideranças como Pedro Lupion e Cobra Repórter se manifestaram, pedindo por uma reforma urgente na estrutura física do Edith. Enquanto a reforma não acontece, alunos e professores seguirão realocados no Colégio Dr. Ubaldino do Amaral, o que desagrada toda comunidade escolar e tem gerado reclamações diversas.

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