Saúde

Especialista alerta sobre riscos de novas cepas da Covid para idosos e pessoas com comorbidades

O médico sanitarista e professor de Epidemiologia e Saúde Pública do Centro Universitário São Camilo, Sérgio Zanetta, comentou sobre o aumento expressivo dos casos de COVID-19 e novas variantes

Da Assessoria

Especialista faz alerta sobre a importância da vacinação de reforço e da máscara para idosos e pessoas com comorbidade como defesa contra novas variantes da COVID-19. O médico sanitarista e professor de Epidemiologia e Saúde Pública do Centro Universitário São Camilo, Sérgio Zanetta, comentou sobre o aumento expressivo da doença no Brasil

A presença das cepas XBB e BQ.1 do Coronavírus no País acende um alerta sobre a importância da dose de reforço contra a Covid-19 e o uso de máscaras, especialmente para a população idosa, pessoas com câncer e imunossuprimidos. O médico sanitarista e professor de Epidemiologia e Saúde Pública do Centro Universitário São Camilo, Sérgio Zanetta, comentou sobre o aumento expressivo da Covid-19 causado pela transmissão continuada, que pode afetar principalmente quem não completou o ciclo vacinal e pessoas com a saúde mais fragilizada. Para ele, o País deve buscar novas vacinas, como a Pfizer Bivalente, que tem mais proteção para as variantes novas. Enquanto essas vacinas mais modernas ainda não chegaram ao Brasil, a dose de reforço e o uso da máscara ainda são necessários como medidas contra a doença.
A nova linhagem do vírus gera preocupação por sua resistência a anticorpos e capacidade de transmissão. “Foram identificados casos da BQ.1 de Norte a Sul do País, do Amazonas ao Rio de Janeiro e se foram identificados em amostras aleatórias é sinal de que a presença deve ser crescente destas variantes. O nosso maior problema está nas pessoas que tomam medicações imunossupressoras, as acima dos 65 anos ou muito idosas, os pacientes oncológicos, aqueles com alteração em seu sistema imunológico ou com doenças mais graves associadas. Essas pessoas são especialmente vulneráveis e podem ter quadros graves da Covid”, afirmou.
Segundo Zanetta, a vacina protege 70% dos casos graves, mas 30% das pessoas podem ter a doença e serem levadas a óbito.

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